Mostrar mensagens com a etiqueta track. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta track. Mostrar todas as mensagens

sexta-feira, 19 de agosto de 2011

Caminha 18-08-2011

Hoje planeámos uma volta de BTT que juntava um percurso que eu tinha feita sozinho há uns meses e um percurso que o Diogo fez há uns dias. Íamos tentar juntar os melhores trilhos que conhecíamos neste local.


Para evitar o calor dos montes, saímos cedo pelas 8:30 quando havia ainda um neblina no ar e estava bastante fresco. Isto era especialmente importante porque sabíamos que íamos começar a subir, subir, subir!

Arrancámos de Caminha em direcção de Argela, sendo este percurso feito sem dificuldade pois não existiam grandes subidas, e  pelo caminho ficaram Vilarelho e Aldeia Nova.

Ao chegar a Argela é que começava a verdadeira subida, que nos levaria a subir mais de 300 metros de desnível, primeiro por Alcatrão e depois por trilhos rochosos.

A subida prolongou-se por mais de 7km e fez-se devagar para não dar cabo das pernas logo no início da volta.


Já a névoa tinha desaparecido e o calor já sentia quando alcançamos o topo do monte, daí já se podia avistar a foz do Minho e os trilhos que íamos percorrer até ao mar.
Cá no topo fizemos uma pausa para reabastecer, avistámos os montes que iríamos percorrer até chegarmos ao mar.

Daqui em diante sabíamos que o percurso decorria pelo cume dos montes que se apresentavam à nossa frente e lá fomos nós.

Os primeiros trilhos eram de rocha com muita pedra solta, excelentes para testar a aderência dos nossos pneus e a fiabilidade das suspensões

Das várias descidas, esta foi a mais divertida e tecnicamente mais desafiante.



No final do primeiro monte fomos ter à bifurcação dos sete caminhos que se situa em [ 41.826573°,  -8.798739° ] e seguimos em direcção a oeste.









Seguimos caminho pelo segundo monte onde os trilhos já não eram tão rochosos e onde já pedalávamos sob alguma vegetação alta.



Neste ponto iniciámos a descida até ao mar, com mais de 6 km até chegarmos a Vila Praia de Ancora.


O regresso a Caminha fez-se junto ao mar, passando pela praia de Moledo e assim se concluiu uma boa volta de BTT por terras de Caminha.


domingo, 3 de julho de 2011

Rescaldo 4ª PROVA DE RESISTÊNCIA DA ARRÁBIDA

Foi a primeira vez que fomos a uma prova de resistência BTT em circuito fechado e, apesar de termos alguma curiosidade, pensámos que poderia ser um pouco chato percorrer várias vezes o mesmo percurso.
Normalmente todo o percurso é novidade e cada subida, cada descida, cada estrada e cada single são sempre uma novidade....mas aqui o conceito é outro!

Havia uma prova de 2 horas e outra de 4horas, mas nós embarcámos na de 2horas, que estava mais ao nosso nível.


Tínhamos 2 horas para dar voltas a um circuito de 9km, e terminado esse tempo tínhamos uma tolerância de 30 minutos para terminar a volta que estávamos a dar. Não o tipo de coisa que estamos habituados a gerir, mas lá se fez.

Partimos do centro de Vila Fresca de Azeitão com uma pequena volta pela vila e arrancámos rumo ao circuito onde iríamos andar "às voltas"


A primeira volta foi como se de uma normal maratona se tratasse e tudo era novidade, só que agora sabíamos que iríamos voltar a passar por estes mesmos trilhos mais algumas vezes.

O trilho estava muito bem pensado, muitíssimo técnico com uma brutal variedade de dificuldades a superar e todas elas divertidas.

Em apenas 9 Quilómetros tínhamos algumas subidas , com um acumulado de 225 metros por volta, mas nenhuma daquelas longas e infindáveis, porque o esforço de subida ia sendo distribuído ao longo de percurso quase sempre num constante sobe e desce.




















Alguns singles eram bem ao estilo da Arrábida, com rocha e vegetação densa que deixa meio metro para passarmos sempre a arranhar,
Outros, a descer, em terreno aberto e onde se conseguia ganhar uma boa velocidade e, pelo meio, podíamos encontrar lombas para saltar ou até uma subida com mais de um metro que ao longe parecia uma parede!



























Mas também havia uma parede. uma pequena subida que devia ter uns 2 metros e que devia estar no limite da inclinação possível de se superar numa bicicleta de BTT. Era uma daquelas que se sobe na mudança mais leve e, ao mínimo descuido, a roda da frente ia soltar-se e dávamos uma cambalhota para trás.










Numa das zonas corria-se por baixo de um arvoredo, com o trilho relativamente plano e de repente via-se que o trilho acabava e retomava 3 metros à frente. Pelo meio havia uma vala com mais de um metro e meio. Fazia-se a ganhar balanço na descida para se sair disparado na subida.



Mas a grande atracção era o DROP. No briefing tínhamos sido avisados que haveria um "drop" onde teríamos de ter atenção.  Obviamente que não fazíamos ideia do que seria nem se o iríamos reconhecer quando o víssemos, mais ainda, depois de tantos obstáculos que se tinham encontrado pelo caminho até achei que o aviso tivesse sido relativamente a um dos vários buracos por onde já tinha passado. Bem, é certo que numa determinada zona mais aberta, havia uma placa que dizia "DROP" e uma pessoa da organização mesmo ao lado dessa placa que me disse que poderia passar à volta, mas que por aqui era mais rápido. Lá para baixo havia mais duas pessoas a ver. Apesar de todos os sinais, resolvi aproximar-me do Drop, e quando a roda da frente já galgava o bordo da descida é que vi que só se aterrava 2 metros abaixo. E aterrou-se!




Os circuito foi um espectáculo e divertido de fazer. Fica às portas de Lisboa e quero lá voltar 




Obrigado a todos os fotógrafos que lá estiveram e que nos disponibilizaram muitas e boas fotos:

segunda-feira, 7 de março de 2011

Caminha - Viana do Castelo (Ida e Volta)

Já há algum tempo que queriamos fazer o percurso de Caminha a Viana pelo cimo das montanhas, e ontem lá preparámos o nosso percurso de BTT.O plano consistia em ir de Caminha a Viana junto ao mar para que os primeiros 25km servissem de aquecimento e depois voltariamos pelo topo das montanhas.

Saímos ainda pela fesca, às 8:30 como combinado e descemos até Cristelo e de seguida em direcção a Moledo, onde iriamos seguir junto ao mar até Vila Praia de Ancora. Pelo caminho tivemos de dar passagem a um rebanho de ovelhas!
Ainda estava bastante fresco, mas à medida que o tempo foi avançando também foi aquecendo.








Entre Moledo e Ancora, o percurso foi feito pela ecopista que ainda se mantém muito bem arranjada e que continua a ser expandida a norte.
Saimos da ecopista e fizemos então 15km de estrada nacional, sempre a rolar até se chegar a Viana.
Em Viana chegou o momento de nos abastecermos de água e fruta, lá fomos à frutaria da "familia":

Pelas ruas de Viana fomos até à Estação de Comboio


Aqui ia começar a nossa subida e cá de baixo viamos o nosso primeiro objectivo: Santa Luzia
A partir daqui foram 13km SEMPRE A SUBIR, mas achávamos que iam ser menos, por isso não custou tanto :-D.
A primeira subida já a conhecia e faz-se bem:
E lá chegámos a Santa Luzia, que apesar de não ser o nosso ponto mais alto do dia, é sempre um marco que dá gosto atingir
Olhando para Sul não dava para perceber que o tempo em Lisboa estava terrivel, porque aqui já se sentia o sol bem quente.
E agora é que começava a verdadeira tormenta, mas nós não faziamos ideia!!!!
Mas, por outro lado, também começavam as melhores paisagens e os trilhos mais giros.
Esta lagoa deixou-nos com uma vontade de ir ao banho!!!

Tudo isto a subir por trilhos de pedra solta durante vários km


E finalmente chegámos às eolicas, no topo!
E daqui já se via Ancora, por isso já não estávamos longe
 E, mais ou menos neste momento, começou a nossa merecida descida. Foram 9km SEMPRE A DESCER.
Da descida não temos fotos, porque foram longos km sempre a aproveitar!!!!!!!
e lá chegámos novamente a Vila Praia de Ancora, onde iriamos voltar pelo mesmo caminho.
Até casa andámos com um furo lento que de 5 em 5km tinha de ser enchido:
E finalmente chegámos à Quinta da Graça no cimo de Caminha, mesmo junto à muralha

Foi uma fabulosa volta de 58km, por caminhos variados e com um tempo excelente.