No próximo dia 1 de Julho temos a difícil tarefa de completar os 15km do Raid BTT de Bucelas em tempo record!
----> Inscrições aqui <----
Um desafio destes merece um aquecimento prévio, para que no arranque estejamos a 100%, e por isso lembrei-me que podiamos ir a pedalar de Lisboa.
Como vamos sair cedo, alguém se pode atrasar e não vale a pena juntarmo-nos todos no mesmo ponto de partida, proponho criarem-se dois Check Points (CP) com horas de arranque estabelecidas.
O primeiro CP será no cruzamento da EUA com a Gago Coutinho e daqui arranca-se às 7:00. quem estiver está e quem não estiver pode tentar recuperar e apanhar o grupo no segundo CP.
O CP2 é já em Sacavém e serve para reagrupar caso alguém tenha partido tarde do CP1 e serve também como ponto de encontro para quem não queira arrancar do primeiro CP. Daqui saímos às 7:45 em direção a Bucelas onde devemos chegar pelas 8:30.
Ainda estou a trabalhar no percurso, mas deixo aqui o que já está feito:
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sexta-feira, 22 de junho de 2012
quinta-feira, 1 de março de 2012
Queda na Arrábida
Numa excelente volta pela Arrábida, esta queda fica registada para mais tarde recordar!
terça-feira, 13 de dezembro de 2011
Troia - Sagres 2011 [Rescaldo]
Este conhecido evento de ciclismo é o resultado de um convite que António Malvar faz a todos para que o acompanhem a fazer ligação entre Troia e Sagres por estrada de BTT e ajudarem-no a levar por diante esta sua obstinação anual. Comecou em 1990 quando o fez sozinho e gradualmente o número de "amigos" que o acompanham tem aumentado, tendo sido acompanhado em 2010 por 1200!
A história do Troia - Sagres por António Malvar
A nossa história
Como muitos outros adeptos do BTT, já há alguns anos que ouvimos falar deste evento como algo que apenas os mais aptos, treinados e loucos conseguem fazer. E como qualquer desafio, deixa-nos a pensar se conseguiriamos faze-lo.
No nosso grupo, apenas um já o tinha feito várias vezes e este ano outros dois aceitaram este desafio. Eramos para ir quatro mas, por vários motivos, apenas dois conseguiram aparecer na manhã de 10 de Dezembro de 2011 no ferry que nos levaria de Setúbal a Troia
Apontámos para apanhar o segundo ferry da manhã que partia às 7:55, e lá estávamos nós cerca da 7:30 na longa fila de carros de apoio que esperam também passar para Troia. Por pouco que ficávamos em terra, pois o nosso carro foi o último a entrar no barco e já teve de entrar de lado.
No barco encontrámos um grupo de amigos que também veio para esta aventura e com objectivos muito próprios :-)
Chegados a Troia parámos o carro, retirámos as nossas bikes, equipamo-nos e pelas 8:50 estávamos a pedalar. Apesar do frio, não havia vento nem chuva o que animava todos os que arrancavam.
Não se tratando de uma prova, cada um arranca quando está pronto e vão-se vendo pequenos grupos a partir e a perderem-se de visto na longas retas.
Nas primeiras horas foi ver os grupos que iam em bicicletas de estrada a passarem-nos, uns a seguir aos outros. Mas com bicicletas de BTT já não vi assim tantos a passarem por mim. E assim se passaram as horas da manhã, a pedalar, pedalar, pedalar e a coleccionar quilómetros. De hora a hora viamos o nosso carro de apoio o que era sempre uma boa visão e um bom incentivo.
Acho que pela hora de almoço começou a cair a primeira chuva, mas nada de preocupante. E por essa altura o nosso carro de apoio veio ao nosso encontro com uns excelentes pregos no pão para nossa satisfação. Quando parei para comer, comecei a sentir as pernas a arder, uma dor que parecia estar corroer-me os musculos e não era nada agradável, mas pensei que passaria mal voltasse a pedalar.

Na passagem pelo Rogil o Miguel parou para um lanche, mas eu não consegui parar. Bastou-me parar 1 minuto ao pé do carro para começar a sentir de as dores a aumentarem e sabia que talvez não conseguisse retomar. Por isso continuei sozinho.
A história do Troia - Sagres por António Malvar
"Quando fiz 40 anos, o que aqui entre nós, não foi assim há tanto tempo, estabeleci para mim próprio um teste anual para contrariar a sensação de velho que minhas filhas já adultas me faziam sentir.Tinha de ser um teste duro e dificilmente ao meu alcance. Como por essa altura fazia atletismo de fundo e sobretudo ultramaratonas, não fazia muito sentido estabelecer objectivos no desporto para o qual estava bem treinado. Daí pensei na bicicleta que era algo que não praticava com regularidade.Em cada Natal, com a reunião de toda a família, ficamos particularmente mais sensível ao tema da velhice e nesse mesmo ano de 1990 decidi que a viagem que invariavelmente fazia a Sagres para passar o fim de ano com a família passaria a fazê-la de bicicleta todos os anos até que pudesse. Este era o teste, ir de Tróia a Sagres de bicicleta num só dia e chegar antes de anoitecer.Ora se por um lado com a minha devoção ao BTT, o que aconteceu logo no ano a seguir, isso tornou o objectivo a alcançar menos duro e fácil de conseguir, por outro lado a mudança da hora de Inverno para um hora mais cedo veio a tornar as coisas mais complicadas.Nesse 1º ano de 1990 levei 10 horas e 25 minutos a chegar a Sagres depois de muito suor e lágrimas. Em 2003 no entanto gastei apenas 6 horas e 12 minutos.Vários são os factores que podem contribuir positivamente para tornar a viagem mais: fácil: Ir em grupo, o tempo colaborar, não haver vento de frente, a boa alimentação nos dias anteriores, dormir suficientemente nas noites anteriores, comer um farto pequeno almoço no dia, e ter um carro de assistência.Felizmente todos os anos há uns quantos amigos que respondem afirmativamente ao meu convite para me acompanharem nesta loucura o que torna a viagem mais agradável e o convívio ao jantar nesse dia transforma-se num dos bons momento da minha vida.
A tomada de tempo na chegada a Sagres é feita na placa toponímia de entrada na vila e a concentração depois da chegada é junto ao Posto de Turismo de Sagres."
A tomada de tempo na chegada a Sagres é feita na placa toponímia de entrada na vila e a concentração depois da chegada é junto ao Posto de Turismo de Sagres."
A nossa história
Como muitos outros adeptos do BTT, já há alguns anos que ouvimos falar deste evento como algo que apenas os mais aptos, treinados e loucos conseguem fazer. E como qualquer desafio, deixa-nos a pensar se conseguiriamos faze-lo.
No nosso grupo, apenas um já o tinha feito várias vezes e este ano outros dois aceitaram este desafio. Eramos para ir quatro mas, por vários motivos, apenas dois conseguiram aparecer na manhã de 10 de Dezembro de 2011 no ferry que nos levaria de Setúbal a Troia
Apontámos para apanhar o segundo ferry da manhã que partia às 7:55, e lá estávamos nós cerca da 7:30 na longa fila de carros de apoio que esperam também passar para Troia. Por pouco que ficávamos em terra, pois o nosso carro foi o último a entrar no barco e já teve de entrar de lado.
No barco encontrámos um grupo de amigos que também veio para esta aventura e com objectivos muito próprios :-)
E quem melhor para nos acompanhar, incentivar e alimentar, durante esta longa jornada, do que as nossas mulheres.
No início tentamos aquecer um pouco e arranjar um ritmo que nos permita chegar ao fim num tempo aceitável. No meu caso, rapidamente percebi que não iria conseguir manter uma média elevada por isso mantive-me sempre acima dos 20km/h.
Após termos devorado os nossos pregos, voltámos à carga pois ainda falta mais de metade do caminho. A verdade é que as dores não passaram quando voltámos à estrada.
Os primeiros 100km são "planos", mas depois disso teriamos algumas boas subidas pela frente: Odeceixe, Aljezur e Carrapateira.
Os primeiros 100km são "planos", mas depois disso teriamos algumas boas subidas pela frente: Odeceixe, Aljezur e Carrapateira.
Dos 100 ao 150km, foi uma luta constante para arranjar motivação, força de vontade e força nas pernas. É aqui que questionamos o que estamos ali a fazer com tantas horas feitas e sem um fim à vista.
Já deviam ser quase 17h, pois o sol estava a desaparecer quando atingimos os 150km. Como nos separámos no Rogil, daqui para a frente foi cada um por si.
A noite chegou e com ela veio a chuva, mas agora já não se sentia nada. Nem dores nem cansaço, nem nada. As últimas 2 horas e meia foram feitas já num estado zen e só se ia parar quando se chegasse ao destino. Nesta última fase fui-me juntando a pequenos grupos com quem mantinha o ritmo durante algum tempo e que depois largava ou eles me largavam.
Já perto de Sagres, o Miguel alcançou-me e assim fizemos os últimos quilómetros novamente juntos.
Pelas 19:15, mais de 10horas depois de iniciarmos esta loucura, chegámos ao nosso objecto: Sagres!
É de facto duro e penoso, mas é igualmente gratificante.
Quando cheguei e parei, senti que não conseguia fazer nem mais um metro em cima da bicicleta.
Agora, enquanto escreve este texto, percebo porque tantos voltam a repetir esta aventura.
segunda-feira, 21 de novembro de 2011
Maratona BTT Canha 2011
É no dia 4 de Dezembro de 2011.
Apesar de no ano passado não ter corrido lá muito bem, esperemos que este ano a organização tenha corrigido as suas falhas. Podem ver o que se passou no nosso Rescaldo da Maratona BTT Canha de 2010.
Esta prova vai servir de treino para o Troia-Sagres do fim de semana seguinte.
A verdade é que precisamos de Maratonas de BTT perto de Lisboa, e assim gostaria que quem se chega à frente para as organizar melhore todos os anos.
Apesar de no ano passado não ter corrido lá muito bem, esperemos que este ano a organização tenha corrigido as suas falhas. Podem ver o que se passou no nosso Rescaldo da Maratona BTT Canha de 2010.
Esta prova vai servir de treino para o Troia-Sagres do fim de semana seguinte.
A verdade é que precisamos de Maratonas de BTT perto de Lisboa, e assim gostaria que quem se chega à frente para as organizar melhore todos os anos.
Mais informações e inscrições em http://maratonabttcanha.blogspot.com/
quarta-feira, 13 de julho de 2011
Fotos 4ª Prova de Resistência da Arrábida
O Núcleo BTT Vila Fresca já juntou e publicou no seu site as fotos da prova de resistência BTT do passado dia 3 de Julho de 2011 em Vila Fresca de Azeitão.
Estão todas publicadas no aqui no Flickr e com as novas jerseys tornou-se mais fácil encontrar o pessoal do BTT LX
























Estão todas publicadas no aqui no Flickr e com as novas jerseys tornou-se mais fácil encontrar o pessoal do BTT LX
quarta-feira, 6 de julho de 2011
Fotos Raid BTT Minde 2011 Revista FreeBike
A revista Freebike publicou as suas fotografias do Raid BTT Minde 2011.
O album completo está neste Link,
E aqui estão as nossas:
O album completo está neste Link,
E aqui estão as nossas:
domingo, 3 de julho de 2011
Rescaldo 4ª PROVA DE RESISTÊNCIA DA ARRÁBIDA
Normalmente todo o percurso é novidade e cada subida, cada descida, cada estrada e cada single são sempre uma novidade....mas aqui o conceito é outro!
Havia uma prova de 2 horas e outra de 4horas, mas nós embarcámos na de 2horas, que estava mais ao nosso nível.
Tínhamos 2 horas para dar voltas a um circuito de 9km, e terminado esse tempo tínhamos uma tolerância de 30 minutos para terminar a volta que estávamos a dar. Não o tipo de coisa que estamos habituados a gerir, mas lá se fez.
Partimos do centro de Vila Fresca de Azeitão com uma pequena volta pela vila e arrancámos rumo ao circuito onde iríamos andar "às voltas"
A primeira volta foi como se de uma normal maratona se tratasse e tudo era novidade, só que agora sabíamos que iríamos voltar a passar por estes mesmos trilhos mais algumas vezes.
O trilho estava muito bem pensado, muitíssimo técnico com uma brutal variedade de dificuldades a superar e todas elas divertidas.
Em apenas 9 Quilómetros tínhamos algumas subidas , com um acumulado de 225 metros por volta, mas nenhuma daquelas longas e infindáveis, porque o esforço de subida ia sendo distribuído ao longo de percurso quase sempre num constante sobe e desce.
Alguns singles eram bem ao estilo da Arrábida, com rocha e vegetação densa que deixa meio metro para passarmos sempre a arranhar,
Outros, a descer, em terreno aberto e onde se conseguia ganhar uma boa velocidade e, pelo meio, podíamos encontrar lombas para saltar ou até uma subida com mais de um metro que ao longe parecia uma parede!
Mas também havia uma parede. uma pequena subida que devia ter uns 2 metros e que devia estar no limite da inclinação possível de se superar numa bicicleta de BTT. Era uma daquelas que se sobe na mudança mais leve e, ao mínimo descuido, a roda da frente ia soltar-se e dávamos uma cambalhota para trás.
Numa das zonas corria-se por baixo de um arvoredo, com o trilho relativamente plano e de repente via-se que o trilho acabava e retomava 3 metros à frente. Pelo meio havia uma vala com mais de um metro e meio. Fazia-se a ganhar balanço na descida para se sair disparado na subida.
Mas a grande atracção era o DROP. No briefing tínhamos sido avisados que haveria um "drop" onde teríamos de ter atenção. Obviamente que não fazíamos ideia do que seria nem se o iríamos reconhecer quando o víssemos, mais ainda, depois de tantos obstáculos que se tinham encontrado pelo caminho até achei que o aviso tivesse sido relativamente a um dos vários buracos por onde já tinha passado. Bem, é certo que numa determinada zona mais aberta, havia uma placa que dizia "DROP" e uma pessoa da organização mesmo ao lado dessa placa que me disse que poderia passar à volta, mas que por aqui era mais rápido. Lá para baixo havia mais duas pessoas a ver. Apesar de todos os sinais, resolvi aproximar-me do Drop, e quando a roda da frente já galgava o bordo da descida é que vi que só se aterrava 2 metros abaixo. E aterrou-se!
Os circuito foi um espectáculo e divertido de fazer. Fica às portas de Lisboa e quero lá voltar
Obrigado a todos os fotógrafos que lá estiveram e que nos disponibilizaram muitas e boas fotos:
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